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terça-feira, 26 de julho de 2011

Man Booker Prize 2011

Já foram divulgados os 13 nomes incluídos na longlist. A shortlist será revelada a 6 de Setembro e o vencedor, a 18 de Outubro.
Julian Barnes - The Sense of an Ending
(Publicado em português: O Papagaio de Flaubert, Nada a Temer)

Sebastian Barry - On Canaan's Side
(Publicado em português: Escritos Secretos, A História de Eneas)

Carol Birch - Jamrach's Menagerie

Patrick deWitt - The Sisters Brothers

Esi Edugyan - Half Blood Blues

Yvette Edwards - A Cupboard Full of Coats

Alan Hollinghurst - The Stranger's Child
(Publicado em português: A Linha da Beleza, A Biblioteca da Piscina)

Stephen Kelman - Pigeon English

Patrick McGuinness - The Last Hundred Days

AD Miller - Snowdrops

Alison Pick - Far to Go

Jane Rogers - The Testament of Jessie Lamb
(Publicado em português: O Regresso)

DJ Taylor - Derby Day

quarta-feira, 6 de julho de 2011

FLIP


É hoje que tem início a FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) na sua nona edição.
Aqui poderá ficar a saber tudo o que se vai passar.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Grande Prémio de Romance e Novela APE

O Grande Prémio de Romance e Novela APE foi atribuído ao livro Uma Viagem à Índia de Gonçalo M. Tavares.
Este mesmo livro já tinha sido distinguido com o Prémio Melhor Narrativa Ficcional 2010 também pela APE e com o Prémio Especial de Imprensa Melhor Livro 2010 Ler/Booktailors.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Colum McCann ganha IMPAC


O irlandês Colum McCann foi galardoado com o Prémio IMPAC, no valor de 100.000€, pela obra com que venceu também o National Book Award de 2009, Deixa o Grande Mundo Girar, editado em Portugal em Setembro de 2010 pela Civilização.

Lei a notícia completa no Público.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Jorge Semprún

Com a morte de Jorge Semprún desapareceu um dos maiores escritores de língua Espanhola.
O escritor, comunista convicto que lutou na França ocupada contra os nazis, foi deportado para Buchenwald, tendo em 1945 fixado residência em Paris. Após a queda da ditadura em Espanha, Jorge Semprún foi ministro da cultura de Felipe González entre 1988 e 1991.
A sua obra é extensa e de grande valor como registo de um século que foi de profundas mudanças.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Prémio Reino de Redonda

Depois de ter sido um dos três finalistas deste ano do Prémio Principe das Asturias de Letras, o escritor Inglês Ian McEwan foi o vencedor do Prémio Reino de Redonda 2011. Este prémio distingue a carreira de escritores ou cineastas de língua não Espanhola, desde que foi instituído em 2001.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Prémio Príncipe das Astúrias

Foi hoje atribuído o Prémio Príncipe das Astúrias ao músico e poeta Leonard Cohen.

Leia a notícia completa aqui.

sábado, 28 de maio de 2011

VII Festival Internacional de BD de Beja


Começa o hoje o VII Festival Internacional de BD de Beja. Conta com 17 exposições, mais de 60 autores e cerca de 60 editores. Um evento a não perder para os amantes de Banda Desenhada.

De 28 de Maio a 12 de Junho, um pouco por todo o centro histórico da cidade - desde a Casa da Cultura à Biblioteca e ao Teatro... saiba mais aqui.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Paul Gillon

Faleceu no Sábado passado, em Amiens (França) o autor clássico de Banda Desenhada, Paul Gillon, aos 85 anos (1926-2011).

Fez caricaturas, trabalhou como argumentista, desenhador, publicou imensas séries de BD, tendo colaborado também em diversas revistas e jornais.





Foi parcialmente publicada em português a série Os Náufragos do Tempo, escrita por Jean-Claude Forest. Paul Gillon recebeu o
Grand Prix de la ville de Angoulème, em 1982, prémio atribuído pela sua carreira na área da BD, entre muitos outros.


Leia a notícia completa no Ípsilon.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Man Booker International Prize 2011


Philip Roth é o vencedor deste ano! Para quando o Nobel?
Não é necessário dizer mais...


Por cá A.M.Pires de Cabral venceu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco com o livro O Porco de Erimanto. O prémio é atribuído pela APE.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Planeta Tangerina


A Planeta Tangerina soma e segue.
O livro O Mundo num Segundo em edição Espanhola, da autoria de Isabel Minhós Martins e ilustrado por Bernardo Carvalho recebeu o prémio para melhor livro para crianças e jovens do Banco del Libro.

sábado, 14 de maio de 2011

Namora uma rapariga que lê

Viajando pela blogosfera, entrámos n'O Jardim Assombrado onde encontrámos este texto de Rosemary Urquico, por sua vez encontrado no blogue de Cynthia Grow. E achámos por bem partilhar...
(Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril).


"Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.

Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.

Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.

Oferece-lhe outra chávena de café com leite.

Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido o Ulisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.

É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.

Ela tem de arriscar, de alguma maneira.

Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo.

Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois.

Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo.

Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo.

Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype.

Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas.

Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê.

Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve."

Cata Livros

Há um novo sítio na internet dedicado à literatura infantil:
o
Cata Livros.

É um projecto da Casa da Leitura, Fundação Calouste Gulbenkian, com coordenação de João Paulo Cotrim. Aí se encontram sugestões de leitura, de actividades em torno do livro e até jogos, num site dinâmico e interactivo.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Prémio Camões 2011


Manuel António Pina foi agraciado com o Prémio Camões, o mais importante da Língua Portuguesa. Este autor tem-se destacado em várias vertentes literárias, nomeadamente enquanto cronista, poeta e escritor de livros infanto-juvenis, tendo também publicado uma obra de ficção.

Leia mais no Público.

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Livro do Sapateiro


Mais um prémio para Pedro Tamen e o seu Livro do Sapateiro. Desta feita foi o Grande Prémio APE de poesia.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ernesto Sábato

Morreu no sábado o escritor Argentino Ernesto Sábato. O autor de 99 anos, era um dos maiores nomes da literatura deste país, foi Prémio Cervantes em 1984 e tem uma extensa obra publicada.

sábado, 23 de abril de 2011

Mensagem do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Autoria de Urbano Tavares Rodrigues

Dia 23 de Abril de 2011

Dos mais antigos e preciosos manuscritos, por vezes maravilhosamente iluminados, ou seja cobertos de ricas ilustrações, à descoberta da imprensa, que inicia um processo de democratização da leitura, ao aparecimento dos primeiros jornais, ainda de reduzida circulação, ao surto da imprensa moderna, o livro, de começo destinado a um escol de leitores, não tarda a chegar às massas devido ao ruído social e até ao escândalo de obras como as de Victor Hugo, que trazem ao público o milagre, o mistério, a aventura prodigiosa.

O Germinal e outras obras de Zola foram extremamente motivadoras para a conquista de um círculo muito abrangente de leitores. Só tarde se vulgarizou o subproduto romanesco, a partir de obras com certa qualidade, que foram imitadas, vulgarizadas, estereotipadas.

O livro, que às vezes provinha do folhetim, ganhou cor, beleza, tornou-se umas vezes discreto, outras vezes berrante para chamar a atenção do público mais simplório. Suportou a concorrência do cinema e da televisão, com os quais estabeleceu relações íntimas de interpenetração.

Já muito mais tarde sofreu a concorrência da Internet e resistiu-lhe. O modelo de globalização neo-liberal, que não afecta a grande literatura, marcou profundamente os subprodutos muito vendáveis, contendo lixo literário. Há por vezes o que parece ser uma concessão a processos um pouco fáceis de sedução do leitor. Mas continua a fazer-se muito boa literatura. A digitalização dos livros lançados na Internet preocupa alguns puristas, mas a verdade é que o livro em papel resiste. É com ele que se adormece à noite e por fim nos cai das mãos ou é enfiado debaixo do travesseiro, companheiro querido, onde por vezes se escrevem anotações, juízos, comentários, críticas ou pequenos elogios, que o valorizam aos olhos dos bibliófilos.

O livro tornou-se um amigo, foi nele que em muitos casos, nos descobrimos, com ele crescemos e nos transformamos, permanecendo fiéis ao mais profundo da nossa natureza. Lembro-me sempre do que foi para mim, como descoberta íntima do meu ser, a leitura de L’exile et le royaume, de Albert Camus. Camus, de quem vim a tornar-me amigo, morreu cedo, abruptamente, num acidente de automóvel. Restam-me dele retratos e os seus livros, palpitantes de vida, anotados por mim, desde O mito de Sísifo, que traduzi para português, aos outros, tão vivos, alguns cobertos de gatafunhos como La chute, que me inspirou o comportamento de um mentiroso compulsivo numa curta novela.

A terminar esta breve série de considerandos sobre o livro, a sua trajectória no tempo, a sua magia glorificada como resistência do espírito, que é e será contra a barbárie economicista, que reduz tudo a dinheiro. Desejo que brilhe com a suprema luz da paz e da fraternidade universal este novo dia do livro.

Urbano Tavares Rodrigues

Via blogue do Encontro Livreiro.

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor


Comemora-se hoje o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, iniciativa da UNESCO que data de 1996. Lisboa, Évora, Beja e Vila Franca de Xira são algumas das cidades a destacar no respeitante a comemorações alusivas a este dia. Leia mais no Público.

A Revista Ler assinala a data com a distribuição de várias edições da revista nos jardins de Lisboa e do Porto.

O cartaz da DGLB é da autoria de João Vaz de Carvalho. Este ano, o passatempo associado a esta data intitula-se Voluntários da Leitura e visa incentivar o voluntariado com populações em situação de isolamento ou exclusão social, reafirmando a leitura como um factor que contribui para a melhoria das condições de vida das populações.

sábado, 16 de abril de 2011

LeV


Decorre este fim-de-semana e até dia 19 em Matosinhos o encontro literário LeV - Literatura em Viagem.

Como já vem sendo habitual neste que é o segundo mais importante encontro literário português, estão presentes muitos e bons autores deste género, oriundos de vários pontos do mundo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Prémios...

O Prémio Internacional de Compostela para Album Ilustrado foi atribuído ao livro El camino de Olaj, de Martín León-Barreto Johnson (Guadalajara, Espanha).
Este prémio é organizado pelo Departamento de Educação do Município de Santiago de Compostela e a editora Kalandraka e o seu valor é de 12000€.