quinta-feira, 12 de maio de 2011

Prémio Camões 2011


Manuel António Pina foi agraciado com o Prémio Camões, o mais importante da Língua Portuguesa. Este autor tem-se destacado em várias vertentes literárias, nomeadamente enquanto cronista, poeta e escritor de livros infanto-juvenis, tendo também publicado uma obra de ficção.

Leia mais no Público.

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Livro do Sapateiro


Mais um prémio para Pedro Tamen e o seu Livro do Sapateiro. Desta feita foi o Grande Prémio APE de poesia.

sábado, 7 de maio de 2011

Contos Carnívoros


O belga Bernard Quiriny presenteia-nos com uma extensa série de contos bastante breves e algo invulgares. São pequenas histórias que contêm ou elementos fantásticos ou ironia, desde mulheres-laranja a meninos-demónio, intercalados com crónicas musicais e literárias e homicídios em circunstâncias invulgares. Muitas delas deixarão o leitor com um sorriso na cara quer pela loucura do relato, quer pela frustrante, logo, irónica resolução da história.

Patrícia

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Questão Finkler

Vencedor do Prémio Booker de 2010 Howard Jacobson é considerado por muitos o Philip Roth inglês e de facto alguns dos temas tratados, pelo menos neste livro, são comuns, tendo, no entanto, a diferença de abordarem a problemática judia em contextos de sociedades bastante diferentes. Julian Treslove é um homem de meia idade cuja vida é um conjunto da fracassos e cujo modelo é Samuel Finkler, judeu e seu amigo de infância. A história de Treslove é uma relação de amor/ódio com Finkler e com o que ele representa, tendo como expoente máximo a sua ânsia em passar a fazer parte do mundo judeu a que este pertence. Personagem que sempre se sentiu excluído e sem rumo, pensa ter encontrado o seu caminho ao conhecer Hephzibah mas as circunstâncias irão demonstrar que neste mundo nada é simples e linear. As questões políticas, históricas, sociais e culturais envolvendo a comunidade judia pelo mundo e mais concretamente no Reino Unido do século XXI são aqui expostas com pertinência e muito humor ( o típico humor judeu).
Regina

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Lulu e o Brontossauro

Escrito por Judith Viorst e ilustrado por Lane Smith, autor de É um Livro sobre o qual escrevemos há uns dias, este livro traz-nos a história de Lulu uma menina bastante malcriada, que está habituada a ver todas as suas vontades satisfeitas até ao dia em que decide que quer ter como animal de estimação um Brontossauro. É aí que se dá uma viragem na vida dela e nada voltará a ser como dantes.
De leitura compulsiva, escrito com muito humor, ainda somos presenteados com várias possibilidades de finais e com ilustrações muito divertidas e artísticas. De salientar também a tradução de Carla Maia de Almeida.
Um livro para os mais pequenos mas que tem a capacidade de agradar, e muito, também aos mais crescidos.
Regina

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ernesto Sábato

Morreu no sábado o escritor Argentino Ernesto Sábato. O autor de 99 anos, era um dos maiores nomes da literatura deste país, foi Prémio Cervantes em 1984 e tem uma extensa obra publicada.

sábado, 30 de abril de 2011

É Um Livro

Chegou há uns dias uma novidade bem divertida da autoria de Lane Smith e editado pela Editorial Presença. O seu nome é: É Um Livro, e de forma muito eficaz faz a comparação entre um livro e um computador.
Os personagens são um macaco - fã de livros; e um burro - "agarrado" aos computadores.
Atenção este não é simplesmente um livro para crianças...É uma delícia!

Venham conhecê-lo na Feira do Livro de Pombal.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

XVII Feira do Livro de Pombal












A Feira do Livro de Pombal começa neste Domingo e o trabalho já vai adiantado! Visite-nos lá de 1 a 8 de Maio. Pode consultar o programa da feira aqui.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

A Árvore Vermelha


A Árvore Vermelha já chegou à nossa livraria...
e é um livro simplesmente magnífico.



Um livro de Shaun Tan, vencedor do Astrid Lindgren Memorial 2011, editado pela Kalandraka.

terça-feira, 26 de abril de 2011

A Humilhação

Novo romance de Philip Roth em Portugal e mais um protagonista masculino que procura um caminho para a sua vida. Simon Axler, actor a mãos com uma crise de inspiração, de confiança e de identidade, decide refugiar-se na sua casa de campo. Aí, Pegeen, 20 anos mais nova do que ele, vai irromper na sua vida e dar-lhe um novo ímpeto e novas esperanças. No entanto, as suas expectativas para esta relação são defraudadas e o final será dramático.
Estamos novamente perante um homem que se aproxima do final da vida e que se sente desorientado, frustrado e, essencialmente, só.
Ninguém como Philip Roth nos consegue envolver a este ponto na intimidade masculina, na sua dificuldade em enfrentar a perda de capacidades provocada pelo envelhecimento e nas dúvidas que assolam os seres humanos quando olham para trás e pensam no que foi o seu percurso de vida.
Regina

O Último Livro

Um cliente da livraria Papyrus morre sem causa aparente enquanto folheia um livro. O inspector Lukic é chamado a tomar nota da ocorrência. No espaço de poucos dias as mortes sucedem-se e Lukic, grande amante de literatura, vê-se confrontado com um livro mortífero, um novo amor, a interferência dos serviços secretos; e tem ainda de lidar com os seus mais íntimos fantasmas.
A um ambiente de suspense e investigação, junta-se o fantástico e a explicação para estas mortes será tudo menos simples.
Segundo livro de Zoran Zivkovic a chegar até nós, o Último Livro é de leitura compulsiva.
Regina

sábado, 23 de abril de 2011

Mensagem do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Autoria de Urbano Tavares Rodrigues

Dia 23 de Abril de 2011

Dos mais antigos e preciosos manuscritos, por vezes maravilhosamente iluminados, ou seja cobertos de ricas ilustrações, à descoberta da imprensa, que inicia um processo de democratização da leitura, ao aparecimento dos primeiros jornais, ainda de reduzida circulação, ao surto da imprensa moderna, o livro, de começo destinado a um escol de leitores, não tarda a chegar às massas devido ao ruído social e até ao escândalo de obras como as de Victor Hugo, que trazem ao público o milagre, o mistério, a aventura prodigiosa.

O Germinal e outras obras de Zola foram extremamente motivadoras para a conquista de um círculo muito abrangente de leitores. Só tarde se vulgarizou o subproduto romanesco, a partir de obras com certa qualidade, que foram imitadas, vulgarizadas, estereotipadas.

O livro, que às vezes provinha do folhetim, ganhou cor, beleza, tornou-se umas vezes discreto, outras vezes berrante para chamar a atenção do público mais simplório. Suportou a concorrência do cinema e da televisão, com os quais estabeleceu relações íntimas de interpenetração.

Já muito mais tarde sofreu a concorrência da Internet e resistiu-lhe. O modelo de globalização neo-liberal, que não afecta a grande literatura, marcou profundamente os subprodutos muito vendáveis, contendo lixo literário. Há por vezes o que parece ser uma concessão a processos um pouco fáceis de sedução do leitor. Mas continua a fazer-se muito boa literatura. A digitalização dos livros lançados na Internet preocupa alguns puristas, mas a verdade é que o livro em papel resiste. É com ele que se adormece à noite e por fim nos cai das mãos ou é enfiado debaixo do travesseiro, companheiro querido, onde por vezes se escrevem anotações, juízos, comentários, críticas ou pequenos elogios, que o valorizam aos olhos dos bibliófilos.

O livro tornou-se um amigo, foi nele que em muitos casos, nos descobrimos, com ele crescemos e nos transformamos, permanecendo fiéis ao mais profundo da nossa natureza. Lembro-me sempre do que foi para mim, como descoberta íntima do meu ser, a leitura de L’exile et le royaume, de Albert Camus. Camus, de quem vim a tornar-me amigo, morreu cedo, abruptamente, num acidente de automóvel. Restam-me dele retratos e os seus livros, palpitantes de vida, anotados por mim, desde O mito de Sísifo, que traduzi para português, aos outros, tão vivos, alguns cobertos de gatafunhos como La chute, que me inspirou o comportamento de um mentiroso compulsivo numa curta novela.

A terminar esta breve série de considerandos sobre o livro, a sua trajectória no tempo, a sua magia glorificada como resistência do espírito, que é e será contra a barbárie economicista, que reduz tudo a dinheiro. Desejo que brilhe com a suprema luz da paz e da fraternidade universal este novo dia do livro.

Urbano Tavares Rodrigues

Via blogue do Encontro Livreiro.

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor


Comemora-se hoje o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, iniciativa da UNESCO que data de 1996. Lisboa, Évora, Beja e Vila Franca de Xira são algumas das cidades a destacar no respeitante a comemorações alusivas a este dia. Leia mais no Público.

A Revista Ler assinala a data com a distribuição de várias edições da revista nos jardins de Lisboa e do Porto.

O cartaz da DGLB é da autoria de João Vaz de Carvalho. Este ano, o passatempo associado a esta data intitula-se Voluntários da Leitura e visa incentivar o voluntariado com populações em situação de isolamento ou exclusão social, reafirmando a leitura como um factor que contribui para a melhoria das condições de vida das populações.

Um dia, um guarda-chuva...


Um dia, um guarda-chuva... ficou esquecido dentro de um autocarro. Uma passageira usou-o para afugentar um ladrão de carteiras e, a partir daí, foi um sem parar de peripécias.
No final, depois de muitas voltas, o guarda-chuva acabou o dia onde menos se esperava...

Novo livro da Planeta Tangerina, disponível na K.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Páscoa

Amanhã é feriado e vamos fazer uma pequena pausa... mas voltamos no Sábado! E estaremos cá, como habitualmente, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00 para as vossas compras de última hora.